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>> O cidadão A envia uma petiçom ao Parlamento europeu utilizando a norma ILG-RAG do galego. Após algumas pesquisas, o funcionário de turno identifica como galego a língua em que está escrito o documento e envia-o ao tradutor correspondente (que cobra do Governo espanhol). Uma vez traduzida a carta, necessariamente ao castelhano, o tradutor manda-a de novo ao Parlamento que, logo dos oportunos trámites, emitirá a sua resposta igualmente em espanhol. Esta resposta também deve ser enviada ao serviço de traduçom para obter uma versom em galego ILG-RAG, que será a que finalmente seja enviada ao cidadão A.

>> O cidadão B envia a mesma petiçom ao Parlamento europeu utilizando a ortografia reintegracionista do galego. O Parlamento, logo dos oportunos trámites, envia-lhe a sua resposta em português.

Corolário: O cidadão B evitou absurdos trámites burocráticos e obtivo resposta vários meses antes que o cidadão A. O cidadão A decide que ele tampouco pode perder o tempo e para a sua seguinte petiçom decide voltar à lixívia de toda a vida: o espanhol.

3 Comments

  1. Posted Julho 4, 2006 at 1:15 pm | Permalink

    Pero nom, homem, nom. Grande sucesso do governo espanho e galego…

  2. Amedo
    Posted Julho 4, 2006 at 5:30 pm | Permalink

    Los gallegos nos significamos por ir al más difícil todavía. Por que ir a lo fácil? Lo mejor es gastar dinero que podemos ahorrar, eso sí, la identidad, la identidad…como el putogal…

  3. Posted Julho 11, 2006 at 11:12 pm | Permalink

    Hoje ( TER, 11-JUL-06), em referência a José Saramago, lim isto na ediçom impressa do ‘Galicia Hoxe’ (pág. 40):

    “O autor de ‘La balsa de piedra’ pronunciou esta tarde unha conferencia…”

    Para que ler a Paulo Coelho podendo ler a Pablo Conejo? (Efeito lixívia).


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